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Acho que nunca vou ser amada de verdade | Desculpa o Transtorno #22 com Christian Dunker

Acho que nunca vou ser amada de verdade | Desculpa o Transtorno #22 com Christian Dunker

Tati Bernardi e Christian Dunker... · 1:00 · 11,439 plays

From the album Desculpa o Transtorno

Description

Curso "Caminhos da Psicopatologia" — por Christian Dunker https://www.cursopsicopatologia.com Ao se inscrever na lista de espera, você receberá acesso à aula gratuita sobre transtornos neurocognitivos e transtornos do neurodesenvolvimento, além de desconto na sua inscrição. Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma jovem que vive com a sensação dolorosa de nunca ser a escolha de ninguém. A partir de uma cena doméstica aparentemente banal — uma disputa silenciosa por atenção, comida e reconhecimento dentro de casa — ela relata o sentimento de que sua mãe prefere o irmão e de que talvez nunca seja amada de verdade. Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre rivalidade entre irmãos, favoritismo familiar e a maneira como a mente neurótica antecipa conflitos, cria cenários imaginários e transforma pequenas situações em grandes provas de desamor. A conversa passa por temas como inveja, fantasia, expectativa de reconhecimento e a dificuldade de sair do lugar psíquico de quem já espera ser rejeitado. Entre humor e psicanálise, o episódio discute como certas histórias que contamos para nós mesmos podem aprisionar nossos vínculos e como a busca por ser “o preferido” pode atravessar toda a vida, da família aos relacionamentos amorosos. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta “Hoje ocorreu a seguinte situação: não havia o que comer para o jantar. Pensei em pedir para minha mãe comprar algo, mas já imaginei o que ela diria. Então fui ao mercado sozinha. No caminho, comecei a pensar que, se fosse meu irmão, talvez ela simplesmente comprasse

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