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a criança interna que você ainda está tentando salvar #6

a criança interna que você ainda está tentando salvar #6

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From the album segunda terapia

Description

Você é assim mesmo ou apenas aprendeu a ser assim? A forma como você ama, se relaciona, lida com críticas ou enfrenta desafios pode parecer parte da sua personalidade. Mas e se algumas dessas características forem respostas construídas muito antes de você ter consciência delas? Neste episódio, Lorena Pimenta explora como experiências da infância podem dar origem a esquemas emocionais que continuam influenciando a vida adulta. A partir da Terapia do Esquema de Jeffrey Young, da teoria dos traços de personalidade e do modelo Big Five, ela investiga a fronteira entre quem somos e quem aprendemos a ser para sobreviver. Porque existe uma diferença importante entre personalidade e proteção. E, às vezes, aquilo que você chama de "meu jeito" é apenas uma ferida antiga que encontrou uma forma de permanecer.Palavras-chave: Terapia do Esquema, Big Five, Personalidade, Jeffrey Young, Criança Interna, Autoconhecimento, Psicologia, Saúde Mental, Esquemas Emocionais, Desenvolvimento Humano, Relacionamentos, Infância, Traços de Personalidade, Terapia, Comportamento, Trauma, Autoajuda, Lorena Pimenta, Terapia, Psiclogia.Referências bibliográficas:CAZASSA, Milton José; OLIVEIRA, Margareth da Silva. Terapia focada em esquemas: conceituação e pesquisas. Revista de Psiquiatria Clínica, São Paulo, v. 35, n. 5, p. 187-195, 2008. Artigo de revisão de literatura que mapeia as pesquisas sobre a Terapia Focada em Esquemas e o Questionário de Esquemas de Young. (SciELO Brazil) Disponível em: https://www.scielo.br/j/rpc/a/HXwQxZGBzFj3LJTFkBgnvVb/HUTZ, Cláudio Simon; NUNES, Carlos Henrique Sancineto da Silva; SILVEIRA, Alice Damasio; SERRA, Juliana; ANTON, Manoela; WIECZOREK, Luciane S. O desenvolvimento de marcadores para a avaliação da personalidade no modelo dos cinco grandes fatores. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 11, n. 2, p. 395-409, 1998. Estudo com 976 estudantes de universidades do sul do Brasil que desenvolveu marcadores de personalidade funcionalmente equivalentes ao inventário de Goldberg (1992), com análises fat

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